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Deficiência de vitamina B12

27.04.17 | André

Depressão, demência são muitas vezes associadas a deficiência da vitamina B12.

 

Estima-se que entre 10 a 30% das pessoas acima dos 50 anos não são capazes de absorver bem a vitamina B12, o que pode levar a anemia, problemas neurológicos e problemas cognitivos.

Certos grupos além de pessoas mais velhas também estão em risco de uma deficiência de B12. Eles incluem vegetarianos e veganos que consomem pouco ou nenhum alimento animal; Pessoas com distúrbios do estômago e do intestino delgado, como doença celíaca e doença de crohn; E as pessoas que reduziram cirurgicamente o aparelho digestivo para perda de peso ou tratamento para o cancro ou colite ulcerosa.

 

Depois de alertado para a relação entre um processo inflamatório intestinal e a deficiência da vitamina B12, fiz análises sanguíneas, que revelaram valores dentro dos parâmetros normais.

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Como reduzir a inflamação

24.04.17 | André

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Triliões de bactérias, vírus e fungos vivem dentro de nós, todos juntos formam a microbiota intestinal. A nossa alimentação é essencial para estabelecer o equilíbrio da microbiota, e reduzir a inflamação do intestino.

 

 

 

 

Vejam este vídeo que explica de uma forma didática, o funcionamento da microbiota, como podemos manter o seu equilíbrio e reduzir a inflamação:

 

Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=1sISguPDlhY

 

A alimentação da microbiota intestinal

10.04.17 | André

butirato e o acetato são ácidos gordos de cadeia curta que são produzidos pela microbiota. O tipo de alimentos que comemos determina o tipo de microbiota que temos. Alimentos ricos em fibras e amido resistente são os principais alimentos de bactérias benéficas e protetoras do nosso intestino. Ao fermentarem essas fibras e amidos, certas bactérias produzem substâncias como o butirato ou o acetato, as quais têm inúmeros benefícios para a saúde.

 

O butirato é a principal fonte de energia das células do intestino e está associado a inúmeros benefícios para a saúde:

- Diminui a inflamação;
- Reforça a barreira intestinal;
- Diminui a permeabilidade intestinal;
- Reforça as junções apertadas das células do intestino;
- Aumenta a formação de mucosa intestinal;
- Aumenta o número de linfócitos T reguladores;
- Diminui o pH do intestino.

 

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A Viver Saudável, fala-nos como NÃO alimentar a microbiota intestinal:

É importante restringir o consumo de alimentos ricos em gordura saturada e de alimentos que tenham na sua constituição aditivos alimentares como os emulsionantes e os adoçantes artificiais ou outros contaminantes (pesticidas e metais pesados), uma vez que estes causam um desequilíbrio na composição do microbiota intestinal e dessa forma, comprometem a resposta do hospedeiro a certo tipo de nutrientes.

 

Referências:

  1. Como não alimentar a microbiota intestinal. Disponível em: 
    http://www.viversaudavel.pt/opiniao/microbiota-intestinal-claudia-marques-atualidades-em-ciencia